Experimento ao vivo · Agregação de notícias públicas

WarMap Live

Um mapa-múndi de incidentes militares relatados, montado a partir da cobertura de notícias públicas.

72 feeds de notícias públicos e gratuitos, lidos a cada cinco minutos. Um modelo lê as manchetes, classifica o que aconteceu e coloca no mapa — e cada marcador leva de volta ao artigo de onde veio.

É um agregador de cobertura pública, não inteligência verificada, e foi feito para dizer isso. Sem conta, sem paywall, sem muro de rastreamento.

Em resumo

72

Feeds de notícias públicos

5 min

Intervalo de atualização

11

Idiomas

$0

Grátis, sem conta

Como funciona

De uma entrada RSS a um marcador no mapa.

Quatro etapas rodam a cada cinco minutos. A maioria dos artigos nunca chega ao modelo, e isso é proposital.

1

Ler os feeds

São lidos 72 feeds RSS de notícias públicos e gratuitos. Nenhuma API de notícias paga entra na jogada. Um feed cuja entrada mais recente tenha mais de dez dias, ou que não produza nada ao ser analisado, é tratado como falho e não como saudável — dois feeds mortos reportaram sucesso durante meses enquanto serviam artigos de 2018.

2

Pontuar e descartar

Cada artigo recebe uma pontuação conforme descreva ou não um incidente militar, e cerca de 95% são descartados antes que qualquer modelo rode. O que sobra é comparado com o que já foi visto, de modo que um intervalo tranquilo chama o modelo zero vezes em vez de queimar uma requisição à toa.

3

Classificar e localizar

O modelo só pode classificar o incidente e estimar onde ele aconteceu. Ele nunca pode fornecer uma URL de origem, o nome de um veículo ou um carimbo de data e hora — esses são copiados literalmente da entrada do feed. Tudo o que não passa na validação é descartado, nunca consertado.

4

Colocar no mapa, com a fonte junto

O incidente é gravado no banco de dados e aparece no mapa dentro do ciclo de atualização, com um link para o artigo original e uma página permanente própria que pode ser citada.

As duas regras

O que o projeto se recusa a fazer.

Não pode inventar notícias.

Um rascunho inicial foi publicado com oito incidentes de exemplo, com números de vítimas creditados à Reuters, à AP e à BBC. Em um site que se apresenta como cobertura de conflitos ao vivo, isso é notícia fabricada. Eles foram removidos e hoje o projeto não traz nenhum dado inicial — o mapa fica vazio até que algo real apareça nele.

Uma seta de um país para outro é uma afirmação factual, então os arcos só são traçados onde o artigo de origem de fato nomeou o atacante ou a área de lançamento. Todo o resto recebe um marcador simples.

Não pode encher uma hora tranquila.

O mapa costumava completar uma janela de tempo escassa com incidentes mais antigos vindos de fora dela, para que um mundo quase vazio não parecesse quebrado. Com um a sete incidentes por hora, esse preenchimento fornecia a maior parte do que o visitante via — quem olhava para “a última hora” estava olhando principalmente para ontem.

A janela agora é absoluta. Uma hora tranquila é mostrada como uma hora tranquila, e as janelas mais amplas estão a um toque.

Nota de engenharia

Renderizado no servidor, porque rastreadores não executam JavaScript.

O WarMap Live começou como um aplicativo de página única em React. Ele entregava um elemento raiz vazio e montava a lista de incidentes no navegador, então tudo o que um rastreador conseguia ler ficava dentro de um fallback noscript — que o Google descarta ao renderizar. A maioria dos rastreadores de IA não executa JavaScript algum: para eles, a página era uma URL opaca.

Ele foi reescrito para renderizar cada página na edge, com o mapa como a única peça que realmente precisa de um navegador. Medido na mesma página inicial:

Palavras que um rastreador vê

10 404

JavaScript entregue

104 KB 53 KB

Funciona sem JavaScript

Tudo, menos o mapa

Os filtros são links comuns em vez de botões, então cada visualização filtrada é uma URL real que funciona sem scripting; o mapa os transforma em atualizações no próprio lugar quando há JavaScript disponível.

Leia isto antes de citar

O que este mapa não é.

Esses limites são publicados no próprio site, na documentação dele e no arquivo que ele oferece a assistentes de IA, porque um mapa de conflitos que exagera a própria confiabilidade é pior do que mapa nenhum.

Não é inteligência verificada. Ele agrega cobertura de notícias públicas e não há revisão humana no processo.

As coordenadas são estimativas. O modelo posiciona cada incidente a partir de uma manchete. Um marcador pode cair na cidade errada, na região errada e, ocasionalmente, no país errado.

Uma origem é uma atribuição. É o que o artigo disse, não um ponto de lançamento observado.

Os primeiros números são revisados. Os números de vítimas são os que o artigo trazia quando foi publicado.

Algumas fontes são controladas pelo Estado. Elas relatam alegações como fatos.

Uma área vazia não é silêncio. Significa que nenhum feed monitorado publicou um relato correspondente.

Não serve para decisões de segurança, viagem, operacionais, jornalísticas, de seguro ou jurídicas sem consultar a fonte original.

Feito com

Um worker, um banco de dados, um mapa.

Tudo roda na Cloudflare, incluindo a tarefa agendada que lê os feeds. Não há servidor para manter de pé nem backend separado.

Cloudflare Workers Hono JSX na edge D1 Leaflet TypeScript Cron a cada 5 minutos Somente RSS público Renderizado no servidor
Ver ao vivo

O mapa é o produto.

Você abre e já vê a janela atual — sem conta, sem muro de cookies e com cada incidente a um clique da sua fonte.

O WarMap Live agrega cobertura de notícias públicas. Não é inteligência verificada e não oferece nenhuma garantia de exatidão. Confira sempre a fonte vinculada antes de confiar em qualquer coisa que veja aqui.